Se você é daquele que gosta de comer coisas exóticas, você está na matéria certa! Abaixo você irá conferir uma lista com cinco animais que são comidos vivos! E claro, se você tem estomago fraco, favor não entrar em pânico... e para os demais, BOM APETITE!
CONFIRA:
1 – Polvo
Se você é do tipo que já torce o nariz diante de qualquer restaurante que venda frutos do mar, saiba que a coisa pode ficar muito pior. Coreanos, por exemplo, têm o costume estranho de comer polvos vivos. Pois é. A ideia é degustar o pobre animalzinho enquanto seus tentáculos ainda estão se mexendo. Enfim. Se o conceito parece interessante para você, guarde o nome do prato: sannakji.
2 – Sapos
No Japão, na China e no Vietnam você pode encontrar pessoas com uma preferência bastante peculiar na hora de escolher o que comer no almoço. Parece que nesses lugares há uma cultura bastante bizarra de comer sapos vivos. Os animais são criados para esse fim e, bem, você pode entender melhor o que estamos falando assistindo ao vídeo abaixo:
3 – Tarântula
Quando você acha que essa lista não pode ficar pior, nós resolvemos acabar com o seu apetite e mostrar o vídeo de Louis Cole, que tem um canal no YouTube só para postar vídeos nojentos, como o que você vai ver a seguir. Bom apetite!
4 – Larvas
Se você acha que essas bizarrices culinárias são exclusividade dos países asiáticos, está na hora de deixar o preconceito de lado. Na verdade, um dos queijos mais amados pelos italianos é feito com leite de ovelha e larvas. Isso mesmo: larvas. Elas são colocadas no queijo para que o alimento fermente mais rapidamente. Se você estiver de passagem pelo país italiano e quiser experimentar, peça pelo tradicional casu marzu.
5 – Camarões
Esses animais são comidos vivos na China e também no Japão, então, se você estiver em um desses países e alguém oferecer “odori ebi”, é bom pensar duas vezes antes de aceitar. O prato é feito com camarões pequenos vivos, que vão mexer as anteninhas e as perninhas dentro da sua boca, enquanto você os come. Os animais são banhados em saquê.

